ARTIGOS 5 (Atualizada em 03/03/2012)

 

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A REGIÃO E O CONTEXTO DA MULTIDIMENSIONALIDADE DO PODEREste artigo foi publicado no v. 02, edição nº 04, da Revista Geosul, (eISSN 2177-5230), Florianópolis, Santa Catarina, de 1987. Aqui, o autor Harrysson Luiz da Silva, estudante na época, do curso de Mestrado em Geografia da UFSC, discute as inúmeras dimensões de um dos conceitos-chave da Geografia: a Região. Segundo ele: “Ao longo do discurso geográfico indutivo (entenda-se aqui como experiências não sistematizadas) e a recente postura da geografia crítica, que preocupa-se em formular uma Teoria Marxista para a Geografia, ou uma Geografia Marxista, segundo Moraes e Costa, fez com que a região e suas problemáticas, passassem por várias e controvertidas revesses, principalmente,  segundo Lacoste, numa escala diferencial de análise,  com níveis também diferenciados. Os desdobramentos mais recentes caminham para outras discussões sobre o espaço e a região, onde a ação, a prática política e a decisão via Planejamento Urbano e Regional, ficam a mercê de forças e associações diversas. Conforme Pébayle, Hudson e Pocock, a percepção dos planejadores, difere do senso comum da população pelo fato dos mesmos estarem imersos em realidades diferentes, principalmente em se tratando de classes sociais e níveis socioeconômicos. Nestes casos a alocação de recursos pode ser, segundo o caso, neutral (quando não modifica a estrutura, apenas a reproduz), progressiva (quando altera e reestrutura a localidade), e regressiva (quando faz o sistema entrar em entropia, devido o descaso pelos seus problemas). As crises oriundas destas deliberações, residem principalmente na diferenciação do atendimento e da forma como são veiculadas as retribuições”. (Parte da introdução do artigo). Clique aqui para baixar o texto completo.

 

 

OS DIFERENTES SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE GEOGRAFIAO presente artigo se propõe discutir a questão dos diferentes saberes na formação do professor de geografia, ou seja, a questão da formação deste profissional diante das novas necessidades impostas pelas mudanças sociais do mundo contemporâneo. Importante afirmar que este artigo teve como intuito somente apresentar aspectos significativos referentes à questão do saber do professor de geografia  sem,  no  entanto,  ter  a  pretensão  de  abordar  todos  os  seus  aspectos  e  variáveis  ou  ainda apresentar todos os autores brasileiros que trabalham com essa importante questão. Esse tema envolve aspectos essenciais na discussão da área de educação, em especial, no ensino de geografia. Aspectos associados à formação docente, como o conhecimento teórico-metodológico, a concepção pedagógica e  de  prática  escolar,  assim  como  o  compromisso  com  a educação  social  e  transformadora  estão envolvidos na questão. Discutir os diferentes saberes na formação do professor de geografia exige inicialmente explicitar e valorizar a sociedade como foco de estudo da ciência geográfica tendo no espaço geográfico e, em sua totalidade, o objeto da geografia. Esta afirmação é expressiva, pois na prática escolar, assim como na formação universitária (graduação) o professor de geografia necessita conhecer e assumir uma posição diante da epistemologia geográfica, assim como da teoria pedagógica que adotará para trabalhar os conceitos geográficos em sala de aula”. (Texto-resumo do artigo). Este artigo foi produzido por Wilson Martins Lopes Junior, Doutor em Geografia - Análise Ambiental e Dinâmica Territorial pela Universidade Estadual de Campinas (2007). Foi publicado na Revista ACTA Geográfica, vol.04, n°7 (2010). Clique aqui para baixar o texto completo.

 

 

A DISCIPLINA DE CARTOGRAFIA ESCOLAR NA UNIVERSIDADE. Artigo produzido por Ruth Emilia Nogueira, para a Revista Brasileira de Cartografia – RBC, nº 63, Edição Especial, 40 anos, 2011. Neste seu artigo, a autora destaca que “a recente reformulação do currículo do Curso de Geografia na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) permitiu que fosse criada uma nova disciplina para a licenciatura a ser ministrada na quinta fase, denominada de Cartografia Escolar. O programa dessa disciplina foi pensado para dar uma base de conhecimento teórico e possibilidades de exercitar algumas práticas na perspectiva do ensino da Cartografia na Educação Básica. Depois de essa disciplina ter sido ministrada por quatro semestres consecutivos, já é possível tecer críticas e mostrar as avaliações dos alunos sobre ela. Também é intuito indicar aqui os caminhos que conduziram à criação da disciplina, apresentar e discutir o currículo e a metodologia de ensino, trazendo também algumas reflexões e as vivências da autora. A partir da avaliação conjunta dos alunos e da professora, ao finalizar cada turma, estamos convictos de que a disciplina Cartografia Escolar deve fazer parte dos currículos de todos os cursos de Licenciatura em Geografia”. (Texto-resumo do artigo). Clique aqui para baixar o texto completo.

ENCHENTES URBANAS NA PERCEPÇÃO DE RISCO A DESASTRES NATURAIS EM CUIABÁ/MT . Dissertação de Mestrado, defendida por Genislaine Conceição dos Reis Barbosa, ao Programa de Pós-Graduação em Geografia, do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O trabalho foi orientado pela Professora Drª. Cleusa Aparecida Gonçalves Perereira Zamparoni. "Neste estudo é feita a interação conceitual entre risco e desastre, são apresentados os tipos de desastres e sua intensidade, sua relação com a pobreza nos países em desenvolvimento e a atuação da Defesa Civil no Brasil e no mundo. É lembrada a contribuição humana para esses eventos, assim como a predisposição para desastres, nas regiões brasileiras, em conseqüência de mudanças climáticas, para as quais não têm sido usadas medidas preventivas". A área de estudo deste trabalho é o município de Cuiabá, em MT. O que foi feito é "uma avaliação da percepção de desastres naturais de origem hidrometeorológica em bairros da cidade considerados de risco. Os resultados foram derivados das informações  obtidas através de 80 entrevistas aplicadas nos bairros vulneráveis a enchentes, inundações e alagamentos, de maneira a observar como as pessoas de fato percebem os riscos a que estão subtetidas". (Texto extraído do resumo do trabalho). Clique aqui para baixar o texto completo.

 

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